Em parceria com o Banco do Nordeste e os Colégios Dante Alighieri, deSão Paulo e Liceu Terras do Engenho, de Piracicaba, o IEDC alcançou o objetivo de propor reflexão aos jovens sobre a vida política atual através da arte lúdica do teatro.
“O Instituto de Estudos de Direito e Cidadania – IEDC promoveu no dia 14 de junho, às 18h30, no auditório do Colégio Dante Alighieri, em São Paulo, a peça “Palavras Cruzadas: Memória e Verdade”. O objetivo da iniciativa foi estimular a reflexão e discussão entre os jovens sobre momentos conturbados da vida política brasileira, sobretudo nas décadas de 60 e 70, durante o regime militar, através da lúdica atuação de um elenco de jovens atores amadores. A obra, de autoria de autoria do filósofo e professor Roberto Telles de Almeida, foi encenada por alunos do ensino médio do Colégio Liceu Terras do Engenho e dirigida pelo teatrólogo Jorge Lode. O intuito principal do projeto é fazer com que os jovens aprofundem um pouco mais o conhecimento sobre o período de ditadura em nosso país, contribuindo para que entendam melhor a sociedade em que estão inseridos, conversando com amigos, professores e pais sobre o tema. Com entrada gratuita, a apresentação foi precedida de um ato aberto com manifestações de Sandra Akemi Shimada Kishi e Inês Virgínia Prado Soares, respectivamente presidente e vice-presidente do IEDC –Instituto Estudos Direito e Cidadania, que promoveram na ocasião o lançamento da “Campanha IEDC AMA A VERDADE”, aproveitando o tema dapeça teatral. A abertura contou também com um comovente discurso do autor da peça teatral, o professor filósofo Roberto Telles, seguido da apresentação de um dos maiores violonistas do Brasil, o músico Alessando Penezzi que dentre outras músicas populares brasileiras, brindou o lotado auditório do teatro com uma exímia execução artística de “Brasileirinho”, tendo sido ovacionado pela platéia, que prosseguiu reagindo daí para diante até o final da apresentação da peça de forma alegre e interativa. O elenco, composto por jovens atores do Colégio Liceu Terras do Engenho de Piracicaba, colaborou para a identificação da obra com a platéia, também composta por muitos jovens estudantes e adolescentes.”





